Registo de impressões e base de recursos - sobre o trabalho de artistas, exposições, plataformas (instituições especializadas ou generalistas), publicações - que me acompanhem para qualquer lug@r desta Terra, que prefiro continuar a conhecer a 3D!
25 agosto 2009
Theo Jansen
20 agosto 2009
strandbeesten

Do seu Livro "The Great Pretender", transcrevo: «These are not made of protein like the existing life-forms but from another basic stuff, yellow plastic tubing. Skeletons made from these tubes are able to walk. They get their energy from the wind, so they don't have to eat like regular animals. They evolved over many generations, becoming increasingly adept at surviving storms and water from the sea. Theo Jansen's ultimate wish is to release herds of these animals on the shore. In redoing the Creation, so to speak, he hopes to become wiser in his dealings with the existing nature by encountering problems the Real Creator had to face.»
Uma excelente união entre arte, engenharia e ambiente. Da Vinci vive!
Nota: Agradeço à minha amiga Margarida A.R. por me ter dado a conhecer Theo Jansen.
15 abril 2009
Niki - "joie de vivre"
27 fevereiro 2009
land art em gaia
22 fevereiro 2009
Lagoa Henriques 1923-2009
Foi o poeta das formas transfiguradas, com a força e a inspiração da Fénix. Em sua homenagem e porque a sua obra sobrevive, aqui fica uma entrevista que deu à SPA.
18 fevereiro 2009
Statuephilia
Terminou recentemente no British Museum, em Londres, a exposição Statuephilia, de Tim Noble e Sue Webster. Tim Noble e Sue Webster são um casal de artistas com sede em Londres. Estão associados com a geração de artistas pós-YBA da qual emergiram após a Young British Artists dos anos 90s. As suas peças já foram apresentadas em várias exposições de Arte Contemporânea na Royal Academy (Apocalypse: Beauty and Horror in Contemporary Art, em 2000) e fazem parte da colecção Charles Saatchi. Os seus trabalhos são peculiares e o material que utilizam é vernacular (à semelhança do medium utilizado por Rauschenberg). A partir de um monte de objectos classificáveis como “lixo”, recolhido nas ruas de Londres, eles produzem obras inéditas. Os objectos são amontoados e, quando vistos com a devida iluminação, usando um foco de luz, o efeito projectado pela sua sombra é surpreendente. O lixo ganha forma e identidade, o resultado simplesmente inesperado.
Falling Apart, 2001
Mixed media
Variable dimensions
Mixed media
Variable dimensions

He and She (He, sem projecção, sob luz ambiente)
Mixed media
Variable dimensions
Num dos seus melhores trabalhos Dirty White Trash, 1998, surgem duas pessoas relaxando, um encostado no outro, sendo que uma sombra aparenta estar a fumar e a outra a beber champanhe. O contraste entre a pilha do lixo e a sombra das duas pessoas, aumenta o sentido deste trabalho. É possível encontrar várias mensagens, de acordo com o ponto de vista: 1)Enquanto as pessoas, despreocupadamente, desfrutam a vida, os lixos vão-se acumulando; 2)Mesmo no lixo é possível encontrar um momentos de paz; 3)A arte está presente em todo lugar depende dos olhos de quem a vê. As duas aves posicionadas em frente à pilha de lixo reforçam a ideia de lixeira.
Dirty White Trash (with Gulls), 1998
Garbage, seagulls, light-projector
Variable dimensions
Em nota de conclusão, aqui fica ainda uma entrevista recente que concederam à revista Kopenhagen
13 abril 2008
02 abril 2008
a minha "arte bruta"
Hoje inicio a colocação de imagens de algumas das minhas esculturas.


