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15 outubro 2013

Banksy


Notícia sensação deste fim-de-semana:
em pleno Central Park, uma banquinha expunha para venda telas do graffiter Banksy, originais! Ninguém associou a arte ao autor e dos poucos que compraram fizeram-no como objecto decorativo.
Vejam-se as imagens:



Há dias de sorte inconsciente!
Imagino que agora, ao saberem o que têm em casa, vão passar a ser eles objecto de assédio por parte dos leiloeiros de arte.

 Quem é Banksy?
 Mais sobre Banksy.

25 agosto 2009

Theo Jansen

Apresentação de Strandbeest: Making New Life
por
Theo Jansen no Creativity World Forum 2008

Como diria uma minha amiga: "The man rules!"

20 agosto 2009

strandbeesten

...traduzindo: animal da praia.

Uma das muitas, esculturas cinéticas da autoria de Theo Jansen - um engenheiro que optou pela arte, um visionário, que se dedica a criar novas formas de vida!
As suas esculturas movem-se fruto da aplicação prática de formulas algorítmicas e pela energia do vento. Esta peça/"ser vivo" é construída por leves tubos de plástico e finos condutores eléctricos. Ao se ver e ouvir uma peça destas em movimento fica-se com a impressão que respira para se locomover. Poeticamente ainda se poderia dizer que o seu coração/pulmão são asas ondulantes.

Do seu Livro "The Great Pretender", transcrevo: «These are not made of protein like the existing life-forms but from another basic stuff, yellow plastic tubing. Skeletons made from these tubes are able to walk. They get their energy from the wind, so they don't have to eat like regular animals. They evolved over many generations, becoming increasingly adept at surviving storms and water from the sea. Theo Jansen's ultimate wish is to release herds of these animals on the shore. In redoing the Creation, so to speak, he hopes to become wiser in his dealings with the existing nature by encountering problems the Real Creator had to face.»

Uma excelente união entre arte, engenharia e ambiente. Da Vinci vive!

Nota: Agradeço à minha amiga Margarida A.R. por me ter dado a conhecer Theo Jansen.

27 fevereiro 2009

land art em gaia

O Parque da Lavandeira (Vila Nova de Gaia) reuniu em 2007, um colectivo de artistas pertencentes ao movimento Land Art.
Considerada a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, reuniu dez artístas pláticos portugueses e dois catalães, nomeadamente, Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé, Josep Mates e Carlets.
Os artistas participantes construíram, dez instalações que ali permanecem de forma definitivamente efémera, à mercê dos elementos da natureza, passando por um desgaste natural, como se aceita que aconteça em obras de arte na paisagem.

24 fevereiro 2009

a minha grande preferencia

Land art Winklow (Irlanda)
A Land Art «foi reconhecida como a mais "suportada" das inspirações artísticas. No final dos anos 60, um numero de artistas iniciou fora das quatro paredes da galeria uma série de criações no deserto e montanhas do Nevada, Utah, Arizona e Novo México. A Land Art deixa os espaços comuns de exposição como a galeria, o atelier e o museu para "investir no planeta". Renova a noção de exposição: uma experiência real e intransponível, representada em vastos espaços, como a montanha, o mar, o deserto e o campo, para uma maior liberdade criativa. (...) Os artistas escolheram entrar eles mesmos na paisagem. Eles não representavam a paisagem, eles fundiam-se com ela; a sua arte não era simplesmente sobre a natureza, mas dentro dela. Não foram os primeiros a interessar-se pela terra, a Arte Povera também utilizou a "terra" nas suas composições, no entanto, os "Land Artists" apresentam-na num estado mais puro e bruto. As denominações Land Art (arte da terra) e Earthworks (trabalhos em / sobre a paisagem) aludem a um certo tipo de obras que têm como suporte a própria natureza, a paisagem exterior.»
Continuação do artigo aqui.
Muitas mais imagens desta expressão artística.

18 fevereiro 2009

Statuephilia

Terminou recentemente no British Museum, em Londres, a exposição Statuephilia, de Tim Noble e Sue Webster.

Tim Noble e Sue Webster são um casal de artistas com sede em Londres. Estão associados com a geração de artistas pós-YBA da qual emergiram após a Young British Artists dos anos 90s. As suas peças já foram apresentadas em várias exposições de Arte Contemporânea na Royal Academy (Apocalypse: Beauty and Horror in Contemporary Art, em 2000) e fazem parte da colecção Charles Saatchi. Os seus trabalhos são peculiares e o material que utilizam é vernacular (à semelhança do medium utilizado por Rauschenberg). A partir de um monte de objectos classificáveis como “lixo”, recolhido nas ruas de Londres, eles produzem obras inéditas. Os objectos são amontoados e, quando vistos com a devida iluminação, usando um foco de luz, o efeito projectado pela sua sombra é surpreendente. O lixo ganha forma e identidade, o resultado simplesmente inesperado.

Falling Apart, 2001
Mixed media
Variable dimensions

Real Life is Rubbish, 2002
Mixed media
Variable dimensions



He and She (He, sem projecção, sob luz ambiente)
Mixed media
Variable dimensions


Num dos seus melhores trabalhos Dirty White Trash, 1998, surgem duas pessoas relaxando, um encostado no outro, sendo que uma sombra aparenta estar a fumar e a outra a beber champanhe. O contraste entre a pilha do lixo e a sombra das duas pessoas, aumenta o sentido deste trabalho. É possível encontrar várias mensagens, de acordo com o ponto de vista: 1)Enquanto as pessoas, despreocupadamente, desfrutam a vida, os lixos vão-se acumulando; 2)M
esmo no lixo é possível encontrar um momentos de paz; 3)A arte está presente em todo lugar depende dos olhos de quem a vê. As duas aves posicionadas em frente à pilha de lixo reforçam a ideia de lixeira.

Dirty White Trash (with Gulls), 1998
Garbage, seagulls, light-projector
Variable dimensions

Em nota de conclusão, aqui fica ainda uma entrevista recente que concederam à revista
Kopenhagen

20 janeiro 2008

Fundação de Serralves

Robert Rauschenberg é uma das figuras de referência no contexto artístico da 2ª metade do Sec. XX. A sua obra abriu possibilidades revolucionárias para a concepção e realização da obra de arte, suscitando novas possibilidades entre a pintura e a escultura, entre a performance e o objecto.Por ocasião da sua primeira grande exposição em Portugal, a Fundação de Serralves apresenta um programa paralelo de dança, música, cinema, seminários e mesas-redondas, a acontecer entre Janeiro e Março.