22 agosto 2008

Henry Cartier-Bresson - 100 Anos

“Oop! O Momento! Se o perdemos, desaparece para sempre.”
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Retrato de Henri Cartier-Bresson, por Martine Franck (copyright MAGNUM/Martine Franck)
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Nascido em França a 22 de Agosto de 1908, Henri Cartier-Bresson, o mestre do instante, interessou-se desde cedo pela pintura e pela fotografia. Em 1932 adoptou a Leica de 35 mm como máquina de eleição. Pequena e discreta, permitia-lhe fotografar de forma rápida e não-intrusiva, evitando a pose e captando o que ele mesmo designava como “o drama, o espírito ou a alegria do momento imediato, ou decisivo”.

Fotografou muitos acontecimentos e personalidades marcantes do século XX: a libertação de Paris em 1945, a União Soviética da Guerra Fria, o funeral de Gandhi, os eunucos chineses após a Revolução Cultural, personalidades como Marilyn Monroe, o pintor Matisse ou Coco Chanel. As suas fotografias de Portugal estão incluídas no livro Os Europeus (1955). Em 1952 publicou Images à la Sauvette, livro em que cunhou a expressão 'momento decisivo' como definidora da sua abordagem à fotografia.

Pioneiro do fotojornalismo, em 1947 fundou a cooperativa Magnum Photos, com Robert Capa, George Rodger e outros fotógrafos da época. Foi sempre avesso a deixar-se fotografar, para preservar o anonimato. A partir de final dos anos 60, dedicou-se ao desenho e à pintura em detrimento da fotografia. Morreu em 2004, dias antes de completar 96 anos.

15 junho 2008

01 junho 2008

«humanocomique»

René Maltête (1930-2000), photographe vagabond, poète, humoriste, écologiste avant l'heure, avait le talent de piéger avec son objectif des situations insolites de notre vie quotidienne. Drôles, poétiques, tendres, les photos de René Maltête ont été publiées dans la presse du monde entier, Stern, Life, Epoca, Camera, Asahi Camera, Punch, et de nombreuses expositions et cartes postales ont contribué à populariser son oeuvre.
Hoje descobri este fotógrafo e a sua fotografia através de um e-mail que recebi de um bom amigo. Obrigada!

25 maio 2008

Andy Goldsworthy

Andy Goldsworthy é dos artistas que mais me emocionam, pelo Belo que cria, pelo respeito e colaboração com a natureza que demonstra nos seus trabalhos, designáveis por "Land Art".
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Ele altera a paisagem, utilizando os elementos naturais da própria paisagem, construindo formas mais ou menos efémeras, sujeitas à acção da própria natureza, passíveis de desaparecimento pelo efeito dos elementos, com um ciclo de vida. http://www.e-vai.net/content/view/935/54/
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"I enjoy the freedom of just using my hands and found tools"


"Art for me is a form of nourishment"

"Art is not a career - it's a life"

23 maio 2008

... OLHANDO PARA CIMA,
NA BAIXA.

13 maio 2008

:-) ... à dúzia!

"O problema de fazer sugestões inteligentes, é que o mais certo é encarregarem-nos de as por em prática" Gene Brown

"Se tudo fracassar, é sempre possível garantir a imortalidade através de um erro espectacular" John Kenneth Galbraith

"O tempo pode curar todos os males, mas é um péssimo maquilhador" Los Angeles Times Syndicate

"Apesar do custo de vida, esta ainda é muito popular" Kathleen Norris

"Um governo é a única embarcação que mete água por cima" James Reston

"Nada é tão raro no mundo do que alguém que possamos sempre tolerar" Giacomo Leopardi

"Um homem fascinante é aquele que todas as mulheres gostariam ter por marido, excepto a respectiva" Jacinto Miquelarena

"Deviamos todos aprender com o clima. Não liga nenhuma às críticas" North De Kalb Kiwanis

"O problema de ser pontual é que não está lá ninguém para nos elogiar" Franklin P. Jones

"Se estamos mesmo a ser observados por seres extra-terrestres, porque é que não ouvimos as risadinhas deles?" Orben's Comedy Fillers

"Optimista é o tipo de pessoa que acredita que uma mosca dentro de uma casa, anda à procura da saída" George Jean Nathan

"Gosto da palavra «indolência». Dá classe à minha perguiça" Bern Willians

12 maio 2008

Eisbaer

Nouvelle Vague – Eisbaer

Ich möchte ein Eisbär sein im kalten Polar
Dann müßte ich nicht mehr schrei'n
Alles wär' so klar
Ich möchte ein Eisbär sein im kalten Polar
Dann müßte ich nicht mehr schrei'n
Alles wär' so klar
Eisbär
Kaltes Eis
Ich möchte ein Eisbär sein im kalten Polar
Dann müßte ich nicht mehr schrei'n
Alles wär' so klar
Ich möchte ein Eisbär sein im kalten Polar
Dann müßte ich nicht mehr schrei'n
Alles wär' so klar
Eisbär'n müssen nie weinen
Eisbär'n müssen nie weinen
Eisbär'n müssen nie weinen
Eisbär'n müssen nie weinen
Ich möchte ein Eisbär sein im kalten Polar
Eisbär'n müssen nie weinen
Dann müßte ich nicht mehr schrei'n alles wär' so klar
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13 abril 2008

Volare





Mais arte bruta.
Esta é uma das minhas peças preferidas.

02 abril 2008

a minha "arte bruta"

Hoje inicio a colocação de imagens de algumas das minhas esculturas.


Estas peças foram produzidas entre 1983 e 1992, com materiais colhidos das praias, madeiras, sobretudo. Tirei partido do que as formas iniciais me sugeriam, depois "escavei" e "esgravatei" até à forma humana. Nunca tive aulas de escultura, (ainda hoje) quando esculpo faço-o intuitivamente quase sob transe e utilizo qualquer ferramenta à mão: facas, colheres, serrote... e água para amaciar.

Para o torso masculino precisei de pesquisar imagens de arte clássica italiana, claro que também recorri à memória táctil.
O corpo feminino, naturalmente é-me mais fácil... conheço-o de perto, esta-me gravado nas mãos.
(continuação em futuros posts)

"Arte Bruta" ou arte em bruto, é uma designação criada por Jean Dubuffet, utilizada para descrever a arte criada por pessoas exteriores ao mundo das artes e/ou ao mundo "normal" do adulto, como crianças, deficientes mentais e criminosos.